24 de Março de 2008

Já se previa há muito tempo e agora foi de vez: Jericho não resistiu e amanhã é emitido o ultimo episódio desta série. Particularmente, Jericho foi uma surpresa agradável. O facto de estar sempre na corda bamba, levou a que os argumentistas arriscassem bastante de episódio em episódio, com apostas ganhas para quem acompanhou a série. E o problema foi esse. Muito pouca gente nos EUA, acompanhou a primeira série e só devido a uma campanha muito bem estruturada é que teve direito a uma mini segunda temporada de 7 episódios.

 

Existem 2 sétimos episódios. Um com o denominado “cliff-hanger” que dará mote para uma terceira temporada e outro que acaba a história de vez. Mesmo que outra emissora queira pegar em Jericho, ou exista a possibilidade de um filme, esse não será possível. Nos últimos dias confirmou-se que será esta segunda versão a ir para o ar amanhã. Skeet Ulrich o protagonista, já disse que será um final muito aquém do que esperam os fãs.

 

As razões para o insucesso desta série passam-me ao lado. Se eu me deliciei, nos EUA, pode ter sido considerada anti-americana, dada a sua natureza devastadora desse país. Pode ter sido boicotada, ou apenas pode ter sido desinteressante para um dos povos mais disformes que existe. O que me deixa um pouco revoltado, é que hoje em dia as séries não são só para o mercado americano. Aliás, grande parte das receitas da série, seja em edições de DVD ou mesmo transmissão televisiva, provém do velho continente, ou do asiático. De facto elas existem para dar audiências aos milhares de canais norte-americanos, as receitas publicitárias só de si devem pagar a série, mas não deixa de ser um pouco surpreendente o facto de sermos tão depressa descartados deste estudo de “income/outcome”. No final de contas, se os filmes de Steven Seagal, continuam a ser produzidos ainda que só tenham rendimento na Europa, não vejo porque não pensar “outside the box” em relação às séries.


publicado por Ricardo Fernandes às 15:22 link do post
tags:
19 de Março de 2008

Com tanta série a existir na tv , eu tal como o nosso colega Pedro Andrade do blog TVdependente escreveu na segunda edição da revista TAKE (aqui!), admiro-me como é que tenho tempo para ver tanta série.

Infelizmente tenho tempo, pois o amor da minha vida trabalha agora de noite e ainda não saiu o novo jogo do Star Wars para a X360 Darth Vader ... Darth Vader ). O facto de ir experimentando novas séries no conforto do meu sofá, deve-se em boa parte ao que a greve proporcionou para 2007/2008. Temporadas mais pequenas e o cancelamento de outras tantas. Assim sendo, acabei por sacar Cashmere Mafia , The Dead Zone e Reaper . Enquanto ainda não vi nenhum episódio das duas primeiras devo dizer que com Reaper saiu-me a sorte grande.

Com a paragem de Scrubs , fiquei sem série de comédia nonsense " para ver, claro que sempre tinha Boston Legal, mas não é o mesmo género de comédia. Chuck , acabou por preencher esse vazio, mas durou pouco tempo, pois esta primeira temporada só teve 12 episódios. Eis então que vejo uma série com uma história diferente, mas um posicionamento bastante semelhante, quer ao nível dos personagens, como do proprio "entendimento entre os personagens".

Reaper conta a história de Sam Oliver Bret Harrison que conhecemos de Grounded For Life ). Um jovem de 21 anos que trabalha num supermercado e que nunca atingiu nada na vida. Não tem namorada, his job sucks ", desistiu da faculdade, em suma é um verdadeiro Loser "! Infelizmente para ele no dia em que faz 21 anos, vence um velho pacto que os pais, anos antes dele nascer, fizeram com o Diabo. O Diabo (Ray Wise , que dispensa apresentações), não é o vulgo senhor do mal a que estamos habituados, é uma personagem hilariante e em vez de vir recolher a alma de Sam , vem dar-lhe um trabalho. É que pelos vistos, a criatura das Trevas está muito ocupada a torturar as almas do inferno e algumas conseguem escapar, portanto ele precisa de um Bobba Fett (Caçador de prémios) na terra para fazer o trabalho por ele.
Sam não está sozinho. O melhor amigo Sock " Tyler Lebine , de Invasion ), está sempre disponível , tanto para o acompanhar nesta nova aventura, como para o atrapalhar. E claro Sam conta também com Andie Missy Peregrym que conhecemos da série Heroes ), a sua eterna apaixonada, a quem até ao momento ainda não se declarou, mas que dá o ênfase romântico à série.

Se isto não vos chega e é provável que não, a FOX vai passar a transmitir a série. Vejam o anúncio e ficam convencidos. Eu fiquei!

publicado por Ricardo Fernandes às 15:14 link do post
tags:
12 de Março de 2008

Abri a caixa de Pandora. Lost é uma das mais brilhantes séries que alguma vez existiu e que tive a honra de acompanhar. A série versa  sobre 40 sobreviventes de um voo transatlântico entre Sidney e Los Angeles e como vão interagir uns com os outros numa ilha perdida no tempo. Até aqui tudo bem, nada de especial e seria uma série sem grande interesse se fosse só isto. Mas não o é.

 

A partir da primeira noite coisas estranhas começam a aparecer, sons estranhos vindos da selva, ursos polares, visões dantescas, pessoas hostis na ilha e uma criatura de estranho fumo negro que ninguém parece saber explicar. Tudo isto e muito, mas muito mais deu origem a quatro temporadas e mais umas quantas já confirmadas. Se os mistérios alguma vez terão fim, ninguém sabe. A única certeza é que para cada resposta que se encontra é despoletado mais uma centena de mistérios por resolver.

 

Ora com a chegada do jogo, para a Xbox360, Lost Via Domus, o meu interesse na série redobrou. Eu esperava saciar um pouco dos mistérios encontrados, não redobra-los em graves crises de ansiedade. E com esta ansiedade fiz algo que nunca quis fazer: comecei a pesquisar na net. Achei um blog chamado Lost Spoilers e para meu espanto as minhas dúvidas não saciaram pois… para além dos que eu não sabia e continuo sem saber descobri muito mais que eu não tinha notado, ou me tinha passado despercebido.

 

Não consigo pensar agora noutra coisa que não o Lost… Abri a caixa de Pandora… Damn you LOST!

 

P.S. O que raios é a nuvem negra?????

publicado por Ricardo Fernandes às 11:16 link do post
tags:
29 de Fevereiro de 2008

Tenho tido imensa sorte nas séries que escolho para ver. De todas que vi, só duas não avancei. Foram elas Carnivale (que terei de dar uma nova oportunidade), Painkiller Jane e Dirt. O resto e fora as que estão em exibição, foi um sucesso sem precedentes. Ora chegou aquela altura em que eu gosto de mandar para o ar as novas descobertas e mostrar o meu descontentamento com outras.  


Depois do final da greve, muitas séries não prosseguiram, outras findaram (ver post passado) e outras continuaram com o maior ou menor força. Resta-me aconselhar e desaconselhar séries, para aqueles que como eu, sofrem a infelicidade da sua mais que tudo trabalhar de noite. Entre porno e ver séries, eu fui mariconço e escolhi a segunda.


Neste momento sigo: Nip/Tuck, Lost, Boston Legal, Smallville, Jericho, Terminator: The

Sarah Connor Chronicles, Prison Break e House. Claro está que não podemos contar com Knight Rider (versão 2008) pois foi apenas um piloto em formato telefilme.

Foram canceladas, ou já acabaram ou estão em suspenso: Moonlight, Journeyman e Bionic Woman. Também vi a Painkiller Jane, mas era tão má que desisti ainda antes do quinto episódio.


Nip/Tuck entrou devagarinho… pé ante pé, com algum receio e eis que a adição de AnnaLynne McCord, revoluciona toda história deste novo começo em Hollywood. Esperava muito pouco desta quinta season. A quarta foi o final da série, pensado e estruturado nesse sentido, mas alguém optou por dizer… naaaa há mais para contar, vamos fazer uma quinta e ver no que dá. Senão fosse por AnnaLynne (que poderemos ver no asqueroso remake de Day of The Dead), a série estava morta.


Lost por sua vez, é um hobbie de amor/ódio. Se por um lado eu adoro ser completamente deslumbrado, por outro eu detesto obter respostas a questões através de mais perguntas. Mas será que ninguém mais fala no fumo negro? A não perder, porque… não dá para perder.


Boston Legal será sempre o mesmo. Podemos fazer 30 temporadas, ou aquelas que William Shatner conseguir aguentar, que vai ser sempre o mesmo tom jocoso e sem grandes problemas de estrutura ou enredo. Não é uma série dramática embora foque nesses assuntos para os americanos. É a comédia, actualmente, por excelência.


Smallville decepciona-me cada vez mais. O meu irmão mais novo até inclusivamente diz – “Não sei como consegues aguentar esse… p*ssy do Clark Kent.” E tem razão. A série está uma banhada. Seis épocas e o tipo nem sequer voa, não se decide, não se aninha a Lois Lane, não nada! Nem sequer a grande esperança deste ano que foi a inclusão de Laura Vandervoort no papel da prima Kara, veio trazer algo de novo. Deus queira que esta seja a última e que a partir de Março tudo se altere nesta série.


Jericho foi uma agradável surpresa! Soube que a série tinha sido cancelada no final da primeira season, mas devido ao envio de milhares de sementes para a transmissora em forma de protesto pelos fãs, foi novamente recolocada na grelha com direito a uma segunda temporada. A história atraiu-me. Os USA dizimados e a hipótese de construção do 0. Brilhante.


Terminator: The Sarah Connor Chronicles – Embora as criticas a esta série não tenham sido nada agradáveis, para mim foi uma autêntica surpresa. Espera uma série má, que não fosse relacionar com nenhuma das personagens anteriores e tem sido absolutamente o contrário. Com Lena Headey (300) a fazer o papel que pertenceu em tempos a Linda Hamilton e com uma nova exterminadora directamente vinda da nave Serenity (Summer Glau), a série vem impulsionar um novo andamento a uma trilogia, que embora em renovação devido ao quarto segmento, foi um desastre com o terceiro filme. Esta primeira só terá 9 episódios, mas vale a pena ver…


Prison Break e House estão iguais a si próprios. O Médico tem agora um staff mais pequeno, mas a trama da história está a precisar de um antagonista. Tanto na primeira como na terceira, existiu um e esta temporada precisa mesmo de um! Prison Break voltou ao modelo da primeira fuga com direito a uma mistura entre a primeira e segunda temporada, só que agora num país diferente. Já cansa um bocadinho.


Moonlight começou por ser interessante e embora não esteja confirmada, deverá ser cancelada. Um vampiro, com tendências humanas a fazer de Detective Privado… tinha uma premissa grande, mas acabou por deixar a desejar. Queremos é mistério e não casos da vida.


Bionic Woman era uma série remake de uma com o mesmo nome passada no pequeno ecrã em 1976. Foram buscar a lindíssima Michelle Ryan, mas nem isso safou. A série era desinteressante e no caso de Michelle, beleza não é tudo. Talvez fosse por forçar o sotaque (é britânica a fazer de americana), mas tudo nesta série soava a falso. Desde os actores ao enredo.


Vamos ver o que nos trás o verão…


publicado por Ricardo Fernandes às 15:49 link do post
tags:
28 de Fevereiro de 2008

Todas as séries têm um fim. Várias são as opções a explorar, desde uma história com cabeça, tronco e membros, ou mesmo divagando até um final abrupto, incompleto. Algumas acabam naturalmente, com um final satisfatório, sabendo no inicio da temporada que essa iria ser a ultima, é preparado um final com destreza e mestria. Outras, são canceladas a meio da temporada, sendo que se houver restantes episódios, esses serão sem vitalidade e sem fulgor, um pouco embrulhados, para que se tente fechar todas as pontas em aberto. Há ainda os que são cancelados e ficamos de mãos a abanar, sem saber mais nada e outros que acabam por ter os finais em filme.


Este post vem a propósito do cancelamento da série Las Vegas . A greve acabou por atrasar séries este ano, outras como por exemplo 24, nem sequer estreou. A maioria acabou por ser afectada e fez seasons mais pequenas como por exemplo Heroes , que foi meia season na realidade. Ora Las Vegas , no seu quinto ano, e um quinto ano problemático com a saída de duas personagens centrais Ed Deline James Caan ) e Mary Nikki Cox ), embora conte com a grande adição de Tom Selleck como novo dono do Montecito , acabou de ser cancelada no seu 17º episódio. A série deixa-nos assim sem conclusão (pois deixa um final em suspenso, para que haja uma continuação) e “penso eu de que” uma falta de respeito para quem seguia e deu tanto lucro à emissora ao longo das cinco épocas.


Outras séries ao longo dos tempos acabaram por me deixar desolado. Partindo das mais recentes para as mais antigas, vamos fazer aqui um ponto de situação:


What About Brian? – Produzida por J.J . Abrams , era uma série sobre um grupo de casais com um amigo “vela”: Brian . Brian era aquele tipo giro, atencioso, amigo dos seus amigos, mas que o amor não lhe bate à porta. Não era nada de especial portanto… Não podemos dizer que tenha acabado de uma maneira em que não suportemos saber o final. Em suma, a série não tinha uma sequência que tornasse impossível de seguir se perdêssemos um episódio. O último episódio foi em Março e nunca mais voltou. Tenho pena, pois já estava habituado a este grupo e as adições de Krista Allen e Thiffany Amber Thiessen , estavam a deixar a série cada vez mais interessante.


The Nine – Transmitida pela ABC , foi cancelada ao final de 9 episódios, mais uma vez deixando-nos de mãos a abanar. A série que versava sobre um assalto a um banco que durou 52 horas, estava a ser muito interessante. Havia muito que explorar sobre o que estava por trás desse assalto.


Journeyman - Embora Journeyman ainda estivesse muito no inicio a verdade é que, não chegou a desenvolver o suficiente para que fosse uma série imperdível. O tema era brilhante um pouco baseado em Regresso ao Futuro e em Quantum Leap . Mas 13 episódios que não tiveram um ritmo alucinante, acabaram por ditar um fim prematuro (?!?) a uma série que foi de férias no Natal para nunca mais voltar… ou talvez não. Não existe uma posição oficial da NBC sobre o status da série e existe uma petição para salvar Journeyman do limbo. Em Maio saberemos se realmente acabou ou não.


John Doe – É a primeira série desta escolha que teve uma season completa. Tal como outras que irei falar, deixa-nos num season final completamente aberto e preparado para uma segunda season . Embora a série não seja excepcional, e faça muito lembrar outra série que falaremos The Pretender), a verdade é que não se sabia que iria acabar. Mas acabou e quem seguia a série ficou por saber o que aconteceu, o que vai acontecer e a mais importante pergunta: afinal quem é John Doe?


InvasionEmbora não fosse uma série brilhante, acabei por achar o conceito e o enredo bastante atractivo. A maior vedeta desta série acabou por ser William Fichtner que hoje em dia vemos em Prison Break . Tal como John Doe, embora tivesse uma base de fãs regular, nunca atingiu o publica na sua globalidade. Talvez a história de extraterrestres invadindo a terra através de tempestades, assimilando os corpos dos humanos, não tenha atraído um publico que sustentou quase 10 anos de X-files . Mais uma vez deixou uma segunda época em aberto, sem hipóteses de continuar.


The 4400Antes de Heroes , existiu uma produção menor chamada The 4400. A série tinha uma premissa bastante simples: 4400 pessoas desaparecidas ao longo de mais de 100 anos, reaparecem através de uma enorme “bola azul” no meio de um lago. A maioria retorna com super-poderes . Durante quatro épocas houve momentos brandos e momentos muito tensos. Creio que 4400 foi das séries que com menos recursos melhor se portou ao longo das 4 temporadas que permaneceu viva. Deixou mais um cliffhanger ” (é assim que se chama à season finale que nunca será concluída). Damn you USA network que a transmitia).


AliasVou ser franco! Mesmo considerando esta série uma banhada, eu continuei a vê-la. A verdadeira razão era Jennifer Garner . Ah Deus… que paixão típica de um adolescente. Como é óbvio acabei por crescer essa fase de paixão e acabei por me apaixonar pela série. O enredo de agências secretas passou a dar lugar a uma espécie de Código de Da Vinci e isso tornou-a muito interessante. Tivemos “Alias” durante 5 épocas, ou melhor… quatro épocas e meia. A última acabou por ser fechada à pressão com um final pouco, mas muito pouco atractivo. Diziam as más-línguas que Jennifer Garner iria sair, devido à gravidez e vontade de novos desafios. Com esse efeito contratou-se Rachel Nichols para a substituir eventualmente, mas os primeiros episódios da quinta série, acabaram por ter tal más audiências que ditaram o fim prematuro, uma vez que estava em planos uma sexta série. Esta ao contrário das outras, teve final, mas muito, muito mal feito.


Firefly – Este deve ter sido o maior erro de cancelamento que a FOX cometeu. Firefly obteve um estatuto de culto e foi cancelada após 12 episódios. O criador, Joss Whedon , que já tinha tido o maior dos sucessos com Buffy a caçadora de vampiros, não se deixou abater e anos mais tarde, acaba por fazer estrear nas salas de cinema: Serenity . O filme que veio colmatar o cliffhanger ”, deixado pela série, foi até considerado um dos melhores filmes de ficção científica, alguma vez criados. Assim devia suceder com todas as séries que deixam cliffhanger ’s… nem que seja um telefilme.


The PretenderA série que nos deu a conhecer as pernas (que um dia foram duplas de Julia Roberts em Pretty Woman ) de Andrea Parker , teve quatro temporadas e dois telefilmes. Embora e após o final das séries tenham feito os telefilmes, nunca se soube a verdade por detrás de toda a trama. Li algures, que os produtores ainda querem dar um final à história, mas a informação é escassa… A vida de Jarod permanece um mistério.


Twin PeaksEm ultimo lugar deixo-nos a pérola maior de todas. Twin Peaks , um fenómeno de culto de David Lynch teve duas temporadas. Se a primeira era um mistério, a segunda optou por entrar nos meandros da mente desenfreada de Lynch e foi cancelada quase no final. Com a opção de deixar um final em aberto ou acabar completamente de vez com a série, Lynch no seu estilo muito próprio, mostrou-nos o reflexo de Laura Palmer numa caneca, como ultima imagem da série. Mais tarde existiu um filme que eu ainda não vi, mas creio ter deixado a série em aberto na mesma.


Resumindo e concluindo, Las Vegas devia ter a hipótese de ser concluída. A bem dos fãs que suportaram a série, tal como todas estas descritas (as que não foram) deviam tê-lo sido. E vocês? Que séries acabaram que vocês gostariam de saber o final?



publicado por Ricardo Fernandes às 17:47 link do post
tags:
20 de Fevereiro de 2008

Há uns tempos fiz um post, para saber onde andavam (pelo menos aqueles que se encontram entre nós) os actores que participaram em Allo, Allo (Podem ver aqui). Mais tarde sobre Parker Lewis, mas acabei por descontinuar esta linha de produção. A propósito de ter visto uma das actrizes na série What About Brian (que por sinal vi ao vivo e a cores na baía de Cascais), lembrei-me de pesquisar, o que é que andam a fazer… Ora Family Ties, cá conhecido como “Quem Saí aos seus” foi a série escolhida e o mote para ressuscitar esta rubrica.


Felizmente e ao contrário de Allo, Allo, ainda todos se encontram no mundo dos vivos. Uns estão bem activos outros fizeram carreiras com um brilhante sucesso. Vamos ver o que andam a fazer:




Micheal Gross (Steven Keaton) o chefe de família é uma cara conhecida de todos nós. Segundo o IMDB, tem 69 (?!?) participações em toda a sua carreira, contando com filmes, séries e desenhos aos quais emprestou a sua voz. Se bem que fez muitos filmes e séries, eu recordo-o principalmente no seu papel de Burt em Tremors (1990) com Kevin Bacon e depois nas sequelas (creio que foi até ao quarto filme). Actualmente está a filmar 100 Million BC.



Meredith Baxter (Elyse Keaton) é a “chefa” da família. Têm mais participações televisivas e em filmes que o seu companheiro na série, mas não fez nada de marcante, pelo menos a nível profissional. Já no campo pessoal sobreviveu a um cancro mamário, divorciou-se três vezes, criou um Instituto para o Cancro da Mama. Como vos disse ao inicio, foi ela que vi em Cascais, e ela teve uma participação especial num episódio de What About Brian. Actualmente participa na série Cold Case.



Tina Yothers (Jennifer Keaton) é a filha mais nova do casal. Teve apenas 13 participações no pequeno ou grande ecrã. Basicamente, estão todas relacionadas com a série que a deu a conhecer ao mundo. A última vez que apareceu no pequeno ecrã foi no filme televisivo de 1995: A Perry Mason Mystery: The Case of the Jealous Jokester. Fez teatro, uma peça inclusive sobre a pornostar Linda Lovelace (Garganta Funda). No inicio de 2000 foi a voz da banda Jaded, juntamente com o seu irmão. Casada e com dois filhos, o ultimo nascido em Setembro de 2007.


Brian Bonsall (Andrew Keaton) interpretou o filho mais novo do casal enquanto criança. Teve 21 participações no mundo da Tv, sendo na sua maioria actuações com o mesmo papel de Family Ties. Entrou inclusivamente em Parker Lewis Can’t Loose, com esse papel que o tornou notório nos anos 80. Em 1994, com 13 anos deixou a carreira de actor de lado e passou a dedicar-se à música. Até 2006 fez parte da banda Trasher e agora pelos vistos… anda a viver dos rendimentos.



Rapaz do lado esquerdo


Marc Price (Skippy) era o melhor amigo de Alex e o eterno apaixonado por Mallory. Teve uma curta carreira na televisão, com alguns papéis (1993) após o término de Family Ties. Só 10 anos depois, em 2004, volta com um programa sem sucesso, no qual foi apresentador intitulado de “Athens on Location”. Dedicou-se sobretudo a seguir os passos do pai (Al Bernie) em shows Stand Up Comedy. Inclusivé em 2006, concorreu na NBC a um programa similar ao que tivemos em Portugal de anedotas (ganhou o Fernando Rocha se não me engano), mas foi eliminado na primeira volta. Agora é produtor da série de TV “The Eleventh Hour”.



Scott Valentine (Nick Moore) era o namorado de Malllory. Escultor e burro que nem uma porta, era o par perfeito para a supracitada. Por incrível que pareça, eu que julgava, que este rapaz não tivesse nada a ver com a sétima arte, é capaz de ser dos mais comuns em participações em séries e filmes, bem como emprestando a sua voz a várias séries animadas. Têm como curiosidade o facto de ter posado na Playgirl em 1988 e de o seu ultimo filme ter sido o péssimo, mas péssimo Frostbite ao lado da ex-porno-cantora Traci Lords.



Justine Bateman (Mallory Keaton) era a sex symbol da série e par de Michael J. Fox, a razão pela qual eu a assistia, sendo que o motivo não era o mesmo… Adiante! Ela teve uma carreira constante até ao ano 2000. Entrou em várias séries, seja no elenco principal por uma temporada, ou como “guest star”, mas quando se casou Mark Fluent, do qual tem dois filhos, acabou por desistir do mundo da TV e cinema para abrir uma firma de design de roupas. Possivelmente não terá corrido bem, pois ela voltou ao pequeno ecrã, com pequenos papeis em 2003 e voltou ao activo em alta na série Men In Trees. É irmã de Jason Bateman, que agora em voga com filmes como Juno e The Kingdom.



Michael J. Fox (Alex Keaton) é o actor mais célebre que saiu desta série. Conhecido como sendo o meu herói de adolescência, por ser uma fraca figura, mas muito duro de roer, fez-me as alegrias enquanto adolescente e mais tarde com uma série fenomenal, que fazia esquecer Family Ties. Teen Wolf, Back to the Future e a série Spin City. Como é óbvio o homem fez uma catrefada de filmes bons, mas estes são os que ficam na retina! No ano 2000 desiste da série Spin City por lhe ser diagnosticada a doença de Parkinson. Desde então tem sido um activista em prol de angariação de fundos e subsídios para pesquisas da doença. Entrou recentemente em séries como Scrubs e Boston Legal. É o Maior! Long live Marty McFly!


Mais séries e actores virão… um dia… talvez…

publicado por Ricardo Fernandes às 12:46 link do post
tags:
26 de Dezembro de 2007

(AVISO: Este post provavelmente contém spoilers sobre as séries a decorrer nos States)

O Natal foi profícuo, pois tive a oportunidade de ver vários filmes que queria ver. A nível de prendas podia ser melhor, mas pode ser sempre. No entanto este ano, ninguém optou por oferecer-me um dvd (um after-shave Denim é sempre melhor e eu nunca meti tal coisa na minha cara).


Foi profícuo, pois fui ao cinema mais vezes que o costume. Vi vários filmes, vi o “I am Legend”, tive oportunidade de ver filmes que estavam na minha “to do list”, tais como o “Skinwalkers”. Ainda consegui meter algumas séries em dia e arranjar maneira de acompanhar outras. Para 2008, já tenho para agenda: Entourage, What About Brian, Moonlight, Carnivale e October Road. Como de costume, estou aberto a sugestões, portanto toca a chutar a bola para este lado do campo.


Neste final de ano, é altura de fazer o balanço das séries que vimos, o que inevitavelmente irá influenciar a escolha para o prémio de melhor série de 2007. Andei a seguir as novas temporadas, portanto para este pequeno balanço, não vamos contar com séries que acabaram na primeira metade de 2007, tais como Lost ou 24. Vi Heroes, Smallville, House, Nip/Tuck, Scrubs, Dexter e Prison Break. Não me esqueci. Denny Crane, Denny Crane, Denny Crane!

Heroes não começou mal. Teve uma premissa excepcional, um vírus mortal, seria liberto na atmosfera. Peter acorda num contentor sem memória e Hiro está no passado a viver aventuras com o seu herói de infância. A maior parte do elenco, continuou nesta temporada. Os rumores indicavam que seria um elenco, na sua maioria novo, mas foi o contrário. As novas personagens, não resultaram, com a excepção de dois (uma deles, Kristen Bell). A série engonhou, engonhou, até que no último episódio, fecha o segundo capitulo por completo. Segundo os autores, a série não estava a correr como previsto e a verdade é que a greve não ajudou, serviu apenas para não perderem Zachary Quinto (Syler) da série. Foi-nos prometido um regresso às origens… vamos ver.


Smallville como sempre, começa a todo o gás, tem sempre um season finale, fenomenal. Como é deixado em aberto os primeiros 2 a 3 episódios, também o são. Mas desde esses até ao último episódio deste ano, o único motivo, pelo qual continuei a ver foi a “blond-bomb” Laura Vandervoot que entrou esta temporada para fazer de Kara-EL, a Supergirl (esse motivo, e o facto de ser sobre o Super… e também a Lois Lane… gira). A ver vamos se aumenta de ritmo.


House M.D. começou talvez com a maior premissa de todos. A equipa foi desfeita, o maior médico de diagnósticos de sempre está sozinho. E agora? House resolveu a questão e contratou mais de 30 estagiários. A série, continua igual a si própria, muito se alterou, mas a filosofia é a mesma. Não gostei da forma como nos deixou, pois não há nada de fascinante porque esperar… é mais do mesmo.


Nip/Tuck por outro lado, começa de maneira diferente, nova cidade, novos rostos… como se vão sair Christian Troy e Sean McNamara na cidade dos anjos? Guerra, intriga, manipulação e muito sexo. Vamos ver o que nos espera.


Alguém disse neste blog, que ver um episódio de Scrubs por dia, dá saúde e alegria… Bem era verdade, hoje já não é tanto assim. A série está a decorrer sem a paixão dos anteriores. É a ultima temporada e não está a decorrer da melhor forma. Não faz rir, nem provoca emoções fortes.


A segunda temporada de Dexter, foi mais uma vez, fenomenal. O psicopata herói desta vez galopou a um ritmo diferente. Nesta temporada o inimigo, não foi um adversário assassino. Foi o próprio Dexter. Tanto a nível pessoal, como a nível publico, uma vez que descobriram todos os corpos que Dexter tinha lançado ao mar.  Continua a ser uma série de eleição, vamos ver o que nos traz a terceira temporada.


Prison Break, voltou ao ritmo da primeira série, voltou ao género que lhe deu fama, a fuga real da prisão. É certo que não estou a ver mais nenhuma temporada a seguir a esta, pois mesmo voltando ao primeiro formato, a conseguir provocar graves crises de ansiedade, a verdade é que não há muito mais que se possa fazer com a história dos irmãos fugitivos. Acabou no entanto, a deixar água na boca.


Boston Legal, continua igual a si mesma. Nem sequer precisa de mudar nada. William Shatner é o maior e vai ser o maior durante muitos anos. James Spader também é o maior. Bom, talvez o segundo maior… não há mesmo nada que consiga parar Shatner. A série continua como as anteriores, Alan enroscado com uma das colegas de escritório… Denny a fazer trapalhadas atrás de trapalhadas, as adições à série são aceitáveis e a argumentação sobre a América real, os juízos de valor continuam a ser incorruptíveis. Quem dera que alguém fizesse uma série assim em Portugal, como precisamos…


Quando acabarem estas séries, espero, poder escrever também sobre Lost (já tenho algumas saudades), espero que Jack Bauer tenha novas 24 horas de cortar a respiração e que as séries escolhidas para ver, ofereçam algo decente!


publicado por Ricardo Fernandes às 11:48 link do post
02 de Agosto de 2007

Não sei se já tinha falado de “Origins”, mas se não falei, é já a seguir. “Heroes Origins” é uma espécie de “Spin-Off” da série. Ao invés das reposições habituais das séries enquanto se espera por uma nova temporada, a NBC resolveu ir mais longe e apostou num formato diferente, quiçá inovador.

 

“Origins” vai contar diferentes histórias de super heróis e em como as suas acções ou poderes afectaram os Heróis que conhecemos da primeira série e provavelmente dos presentes na segunda. Não sendo isto já suficiente, o publico vai poder votar nos heróis que mais gostarem para estes participarem activamente na segunda série.

 

A cereja no topo vem com o anúncio do realizador do primeiro episódio. Nada mais, nada menos que Kevin Smith. Esse mesmo, o Silent Bob.


publicado por Ricardo Fernandes às 10:47 link do post
tags:
27 de Março de 2007

O ultimo episódio desta temporada de Smallville (que as más línguas dizem não ser a ultima) trás alguns SPOILERS interessantes. Após algumas aparições meteóricas de algumas vedetas da WWE, eis finalmente um pouco de história interessante.

 

Uma das notícias diz que no episódio “Phantom”, vai reaparecer (o tal que matou o Batista). Não se sabe mais nada, se vai revelar alguma coisa a Clark sobre o seu destino, mas suponho que sim.

A grande e excelente notícia é que um dos vilões mais “Cool” do universo DC (sem ser o Joker), vai entrar neste episódio: Bizarro!

Nas B.D.’s, o Bizarro original foi criado a partir de Superboy. Só mais tarde é que a DC refez a história e seria Lex Luthor a criar Bizarro, um clone defeituoso de Super-Homem, que era precisamente o contrário deste. Onde um entende Bem o outro entende Mal. Bizarro tem a Roupa do Super, mas com o S invertido e a sua pele é branca (no sentido CAL). Ora imaginando as fotos do filho de Lana Lang, aposto que Lex andou a fazer um clone do Clark… hmmm….

Outra notícia é que parece que a Lois vai levar uma facada. Vamos lá ver é se a série acorda para a vida.


publicado por Ricardo Fernandes às 14:39 link do post
tags:
15 de Março de 2007

Isto é o que dá quando se junta um historiador a cinema… Começamos a busca do Santo Graal do cinema e encontramos as mais antigas relíquias. Eu sempre fui mais na onda de Indiana Jones, mais acção que pesquisa. Mas tenho de admitir que me deu um certo gozo fazer a pesquisa para o “Allo! Allo”. As palavras de incentivo ajudaram e comecei logo a magicar sobre qual seria a próxima série.

 

Assim sendo, o que é que anda a fazer a malta de “Parker Lewis Can’t Loose”? Creio que toda a gente viu esta série na TVI, ou há pouco tempo na extinta Sic Comédia. “Sincronize Swatches” era a frase mais ouvida nos corredores do meu Liceu! Era uma série como todas as outras de adolescentes, sobre amor e aventura. A série dispensa apresentações e por isso vou passar já a ver o que os doidos andam a fazer.

  

Parker Lewis – A vedeta da série chama-se na realidade Corin Nemec. É dos poucos que continuo activo, mas sem o destaque que obteve como Parker Lewis. A ultima vez que eu o vi foi num episódio de Smallville, mas tem andado ocupado pelo Stargate, CSI e vários filmes. Nunca, lá está, num lugar de destaque.

  

Mikey Randall – De nome verdadeiro, Billy Jayne, teve o seu sucesso maioritariamente antes de “Parker Lewis Can’t Loose”. Entrou em séries como A-Team, 21 Jump Street e alguns filmes para adolescentes. Depois de “Parker” esteve bastante parado, fazendo papéis secundários por 1 ou 2 episódios em séries como “Walker, o Ranger do Texas”, ou “Charmed”. Na presente década não tem qualquer papel.

 

Jerry Steiner – O “geek” à la McGyver de nome Troy W. Slaten, teve um percurso semelhante a Mikey. Fez algumas antes e fez algumas coisas depois. Nada de especial. O último papel data de 1999.

   

Larry Kubiak – Provavelmente, Abraham Benrubi, foi quem teve e tem mais sucesso. Esteve imensos anos na série E.R. e a sua carreira continua em crescendo. É certo que não é um actor de topo, mas está lá!

 

Principal Grace Musso – Depois de Parker Lewis, Melanie Chartoff teve a sorte de sido escolhida para uma das vozes de Rugrats. A maioria dos seus trabalhos foi a fazer vozes, embora tenha participado em várias séries conhecidas como Ally McBeal, ou mais recentemente em Desperate Housewifes. Tal como Larry ainda anda por cá!

 

Shelly Lewis – Maia Brewton, a irmã irritante de Parker, desapareceu do mapa. Antes da série entrou no Regresso ao Futuro, em 21 Jump Street, mas depois… fez um filme que no imdb nem sequer está comentado ou analisado.

 

Mr. Lewis – Timothy Stack, continuou extremamente activo depois da série. Até entrou em Scary Movie 3. A imagem é de uma série que ele entrou.

 

Mrs. Lewis – Anne Bloom, tem a curiosidade de entrar na famosa série de finais dos anos 70 do Homem-Aranha (já agora se alguém souber como é que eu posso arranjar isto, faça o favor de entrar em contacto). Depois de Parker, teve duas pequenas participações e não fez mais nada.

 

Frank Lemmer – O tenebroso assistente de Grace Musso, Taj Johnson, não tinha feito nada até Parker e depois teve uma participação sem qualquer tipo de destaque no filme Samantha (1992). Em 2001 entrou num anuncio de um BMW Mini.

 

Dr. Pankow – Gerrit Graham, já tinha sucesso antes da série, continuou a ter sucesso depois. Entrou em Seinfeld, Star Trek and so on and so on…

 

Nick Comstock – O estranho e misterioso empregado do bar, Paul Johansson, é capaz de ter sido a par de Musso e Kubiak, quem teve mais sucesso. Desde Beverly Hill a Highlander, a filmes do Wishmaster, até desenbocar em One Tree Hill. Aqui até já foi director de alguns episódios.

 

Annie Sloan – Jennifer Guthrie, era a bomba da série. Loira de olhos azuis, linda, namorada de Parker e razão para petições de beatificação! Desapareceu dos ecrãs em 1998 (não faleceu, pelo menos não que eu saiba) e até 98 esteve em Seinfeld, Sexo e a Cidade, Beverly Hill’s entre outras.

Praticamente não achei fotos de antes e depois. Se acharem qualquer coisa avisem que fazemos um update ao post.


publicado por Ricardo Fernandes às 12:50 link do post
tags:
Agosto 2010
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

mais sobre mim
pesquisar neste blog
 
últ. comentários
2016...Para Luz eu te ordeno!..Para luz eu te Orde...
De mora muito parece que n gosta de ganhar dinheir...
Postagem de 2006 comentários 2012 e ja no final de...
To esperando até hoje!! kkk..
cara o jason é o maior maniaco dos filmes o filme ...
Eu me apaixonei com ele
2014 E NADA DE CONSTANTINE 2 ???????????
Gosto muito deste filme não só gosto...
Ele é um boneco muito ruin. Apesa tamb&eacu...
Deculpa mas é velho mesmo
blogs SAPO