Quando tenho um tempinho, gosto de ver as séries que fui deixando para trás. Desde que acabou a época andei a meter séries em dia e houve muitas que vi e deitei fora (Cashmere Mafia por exemplo), outras que acabei por me viciar.
Supernatural foi uma delas.Com Jared Padalecki (Sam) e Jensen Ackles (Dean) a história segue os irmãos Winchester, que em pequenos viram a mãe ser morta. Foi presa ao tecto do berçário de Sam por um poder misterioso, maligno, foi esventrada e finalmente consumida em chamas. Ao longo das três temporadas, acompanhamos o dia a dia dos dois irmãos que com o pai se tornaram caçadores do sobrenatural. Com muito estilo, "rockalhada" dos anos 80/90 (excelente banda sonora que já cá canta no Ipod) e com muitos mitos sobrenaturais à mistura, fez-me colar ao ecrã e agora será mais uma das séries que vou seguir regularmente.
How I meet Your Mother tem uma premissa engraçada. No ano de 2030 um pai conta aos seus dois filhos a história de como conheceu a sua mãe e remonta essa história ao ano de 2005. Como já existem três temporadas e eu acabei ontem a primeira, ainda deve demorar a conhecer-se a mãe, mas entretanto vamo-nos deliciando com as aventuras de Ted Mosby (Josh Radnor), Marshal (Jason Segel de Forgetting Sarah Marshal), a namorada deste Lilly (Alyson Hannigan a Willow de Buffy e geek da flauta nas horas vagas), Robin (Cobie Smulders a sexbomb da série) e por fim o enorme Barney (Neil Patrick Harris que foi o médico mais novo do mundo em Dr. Doogie Howser). A série é a típica sitcom americana, com 3 ou 4 cenários por episódio, mas com um humor que já não via desde "Two Guys, a Girl and a Pizza Place". Peca apenas na escolha do personagem principal que embora tenha piada e seja bom actor é demasiado feio para o papel que representa. Vou continuar a seguir!
Por fim Californication deslumbrou-me desde o primeiro episódio, a partir de uma cena que sempre desejei fazer que é dar um ensaio de porrada a tipos que falam ao telemóvel no cinema. Antes de mais, não tinha presente que David Duchovny podia ser tão bom actor, que pudesse ter estilo sequer. E esta série está carregadinha de estilo. E de sexo. São mais cenas ou referências a sexo por cada 5 minutos que nem em "Tell me you Love Me" vemos isto. A série segue um escritor com a maldita da paradinha. Escreveu um livro brilhante transformado num filme de caca e nunca mais conseguiu voltar a escrever. O escritor está recém-separado e embora ame a mulher que o acompanhou e queira voltar para ela, acaba por se envolver com tudo o que se movimenta! Mais uma com um olhar crítico ao público americano e ao seu "modus vivendi", é das tais que não vou parar de ver. A acompanhar o bófia dos X-files temos: Natascha McElhone, Madeleine Martin, Madeline Zima, Evan Handler e muitas gajas boas!
Alguma sugestão para ver ou vou finalmente rever o Twin Peaks?

Ah é verdade! Votem no meu blog para os Superbock Awards. Eu não vos dou nada... mas isso não impede que votem, não é assim? Um abraço e beijinho para todos!

Sou só eu, ou começamos a ouvir a palavra IKEA com demasiada frequência no cinema? Baboseiras à parte estamos perante o filme mais frenético da era Pré-Dark Knight. Também baseado numa BD que eu desconhecido, é acção do inicio ao fim onde a certos momentos encosta o nosso querido Matrix a um canto.
Fartei-me de bocejar. Não é que não aprecie o esforço que nuestros hermanos fazem no cinema, principalmente no cinema de terror/ suspense, mas para além de imaginar outro tipo de história, só realmente fiquei de boca aberta no final do filme. Quero dizer que nem tudo o vem do outro lado da fronteira é bom.
Todos os filmes do grande Van Wilder são um deleite. Aliás eu ainda não vi nenhum mau e a julgar pelo que fez em Blade, será um excelente Deadpool em Wolverine. Ryan Reynolds depois de ter feito uns filmes fora do seu trajecto normal (Smokin Aces, The Nines) volta ao género de comédia.
Volta e meia é bom ver um filme para rir e goste-se ou não, ver filmes com Ashton Kutcher e Cameron Diaz é certinho que não se vão sentir defraudados. Quando falo de Ashton Kutcher é certo (bom pelo menos nas comédias românticas, que o dos “Mitch’s” não prestou para nada), de Cameron nem sempre, mas sendo a todos os “Diaz” a desculpamos pelos maus filmes (eu sei... não resisti). 