30 de Abril de 2007

Eu gosto do Hugh Grant. Não tenho nada a ver com os insultos que diz aos paparazzi, ou se troca uma Elizabeth Hurley pela prostituta Devine Brown, o que tenho a ver é com os filmes que faz. Grant nasceu para fazer comédias românticas e não há nenhuma que veja dele que não me “escangalhe” a rir.

 

Tirando então este “peso” do peito, de que se pode falar de Music and Lyrics? Do restante elenco. Cheio de caras conhecidas. Drew Barrymore é a co-protagonista e com este filme tive uma nova oportunidade para a encarar enquanto actriz. Bem sei que tem provas dadas, mas os seus papéis em Charlie Angels, foram a imagem com que fiquei dela e aqui ao fazer um papel quase neurótico, faz-me olha-la com respeito! Brad Garrett que conhecemos de “Everybody Loves Raymond” está igual a si próprio e temos a presença curiosa de Kristen Johnston, a extra-terrestre loira (com uns quilinhos a mais) que eu já não via há imenso tempo, talvez mesmo desde “o 3º calhau a contar do sol”. A nova presença é Haley Bennett, mais uma daquelas cantoras-actriz (com boa voz e tal…) que nos brinda aqui com o seu primeiro filme.

 

Grant é Alex Fletcher, uma glória antiga de uma banda dos anos 80 chamada POP, que vive deste nome, cantando em Bares, feiras e despedidas de solteiro. Brad Garrett é Chris Riley o seu manager, que não consegue trazer Fletcher à ribalta novamente. Sophie é interpretada por Barrymore e entra na vida de Alex para justos escreverem uma musica para Cora Corman (Haley Bennett) a nova Britney do “pedaço”!

 

É uma comédia romântica, fenomenalmente interpretada pelo humor irónico de Hugh Grant. Algo a notar é que acaba por ser também um musical, onde os próprios actores cantam, sendo novidade para Grant e não para Haley Bennett por exemplo. A musica POP goes my Heart, do tal grupo POP do qual fez parte Alex Fletcher é até atractiva e já roda incessantemente no meu IPOD.

 

Este sim é um bom filme de domingo, cujas gargalhadas pronunciam uma semana em grande!

 

8/10

 

publicado por Ricardo Fernandes às 14:36 link do post
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30 de Abril de 2007

Ver um remake é sempre algo complicado. Ou estamos perante um filme que na primeira vez não atingiu o seu pleno potencial ou então é apenas e só mais uma obra de “arte” destinada a vender. Este consegue inovar um bocadinho... mas n assim tanto...

 

Se esta fosse a versão original eu não perderia um minuto de sono com este filme e com Rutger Hauer, perdi vários e durante muito tempo. Sean Bean é de facto um actor extraordinário, mas perde-se neste tipo de papéis.

O filme não consegue nunca ter o compasso, o entusiasmo, a firmeza de diálogos, o suspense. Consegue sim, ser mais gore. O que nos dias de hoje não é nenhum feito, é aliás presença constante neste género de filmes.

 

Há algumas diferenças para o filme original, a protagonista (Sophia Bush) não tem o mesmo nome que a do primeiro filme, o que levará a uma novidade no decorrer do filme e o personagem principal ( Jim Halsey, Zachary Knighton) parece estar melhor neste que no original.

 

Se não viram o primeiro, são capazes de gostar deste. Quem consegue distanciar-se do original é capaz de viver intensamente este filme, quem não conseguir, gasta melhor o seu dinheiro ao dirigir-se a uma Fnac e a comprar o Original.

 

6/10

 

publicado por Ricardo Fernandes às 14:34 link do post
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30 de Abril de 2007

Sempre fico de pé atrás quando vejo uma actriz sobejamente conhecida, fazer um filme que há partida já se sabe que será tudo menos extraordinário, mas também até uma actriz com 2 oscares deve precisar de dinheiro. Hillary Swank é a grande surpresa de The Reaping, pois de resto, nada é definitivamente extraordinário.

 

Hillary Swank interpreta uma professora universitária que é perita em desmistificar o paranormal religioso. Ou seja, ela vem desmistificar um milagre com base em provas científicas. A trama tem o seu início quando um professor do secundário de uma cidade pequena, vem pedir a sua ajuda. Na sua cidade o professor (interpretado por David Morrisey, o mesmo de Instinto Fatal 2), tenta impedir o assassinato de uma rapariga que terá supostamente assassinado o seu irmão e com isso transformado a água do rio em sangue. É o reviver das 10 pragas do Egipto e Katherine (Swank) terá de deslindar a solução enquanto se debate com os seus problemas existenciais.

 

O filme não pode ser catalogado, de terror. Quanto muito tem uma pitada de suspense, mas nada que nos faça saltar da cadeira do cinema. As cenas não são prolongadas o suficiente para esse fim, nem os diálogos extensos demais para atingir algo profundo. No fundo é mais uma história de alguém que perdeu a fé e um desfecho favorável só acontecerá se ela se reconciliar com o seu Deus.

 

De interessante o filme tem uma cena curiosa entre Swank e Idris Elba, o seu assistente, onde a primeira é a ex-religiosa e o segundo, o totalmente religioso, onde Swank explica em 2 minutos as pragas do Egipto racionalmente. É curioso de facto.

 

Um filme para se ver numa tarde de domingo, se não existir mais nada no cinema.

 

6 em 10

 

publicado por Ricardo Fernandes às 14:32 link do post
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