Depois de um dia de trabalho cansativo, a única forma de escape que tenho encontrado ultimamente é ver séries de TV. Tenho por isso feito o que milhares de pessoas fazem sacado da net para vê-las. Não guardo nenhuma, vejo e passo ao ser semelhante que como eu, goste de ver séries de TV.
Ultimamente tenho visto Scrubs, cuja primeira e segunda série passou nos anos áureos da Sic Radical, traduzida vulgarmente por Médicos e Estagiários. Foi esta série que descobriu para o mundo Zach Braff e redescobriu um actor excelente, que até participar nesta série andava meio perdido: John C. McGinley.
Scrubs é uma série indispensável na prateleira de DVD’s de qualquer pessoa, é uma pena não existirem edições em português. Acompanha a vida de um jovem médico estagiário brilhante, J.D. (Zach Braff), que faz precisamente esse estágio no “Sacred Heart Hospital”. É aí que se vai relacionar com personagens como o seu mentor Dr. Perry Cox (John C. McGinley), cuja missão na vida é infernizar a vida de toda a gente (é um gozão) embora no fundo tenha um coração de manteiga; do contínuo (Neil Flynn) cujo nome não se sabe, mas que tem por missão perseguir J.D. e todos no hospital cada vez que atravessam no seu caminho (particularmente o J.D.); Dr. Bob Kelso interpretado pelo magnifico Ken Jenkins, director do hospital, um homem sem escrúpulos; o melhor amigo de infância, colega cirurgião e razão de uma homossexualidade não assumida de J.D., Turk (Donald Faison); Carla (Judy Reyes) a enfermeira latina que futuramente será mulher de Turk; Elliot (Sarah Chalke), a médica loira histérica que será a melhor-amiga-namorada-colorida-inimiga-amante de J.D.
Scrubs tem tanto de hilariante como de interessante. Depressa passamos de um estado em que não conseguimos mais suster as dores de barriga de tanto rir, como estamos cabisbaixos e tristes com alguma situação mais séria.
Se há série que vocês não querem perder, é esta.













