Todos os filmes do grande Van Wilder são um deleite. Aliás eu ainda não vi nenhum mau e a julgar pelo que fez em Blade, será um excelente Deadpool em Wolverine. Ryan Reynolds depois de ter feito uns filmes fora do seu trajecto normal (Smokin Aces, The Nines) volta ao género de comédia.
A história segue um pai que está prestes a divorciar-se e tem uma filha, diga-se de verdade, que é esperta demais para a sua idade. Com a curiosidade natural ela quer saber porque é que o pai se apaixonou pela sua mãe e porque é que se separaram. Com ele acabamos por percorrer todo um periodo que nos é familiar. Pelo menos é-o para mim que acompanhei essa história recente de Bill Clinton/ Monica Lewinsky. Nesse percurso de política, Ryan tem 3 grandes amores, pelos quais se perde e se encontra, vezes sem conta, como parte de um jogo onde a filha terá de no final adivinhar quem é a sua mãe.
Muito poderoso com sentimentos de dor, de carinho, de sorrisos e de comédia. Quando é comédia é a tal de um desbocado que conhecemos como Ryan Reynolds, que sem qualquer sentimento gay à mistura posso dizer: eu amo este “gaijo”!
8/10
