16 de Janeiro de 2007

Todos já tivemos aquela experiência sensorial que nos diz: Já vi isto antes. De todas as explicações que existem para explicar cientificamente esta “experiência”, desde os sonhos, vidas passadas a que melhor é aceita é a teoria de que uma parte do cérebro processa a informação de um dos olhos mais lentamente que a outra parte, provocando assim este fenómeno.

De todos os filmes que vi sobre viagens no tempo (temática da qual sou fã) nenhum nunca conseguiu explorar sem falhas ou defeitos estas ligações temporais. Talvez Donnie Darko seja o que esteja mais perto do feito, mas enfim… isso são outras núpcias. Curiosamente o que melhor explora este “deja vu” é o Matrix quando existe a falha do sistema no primeiro filme.

A história de Deja Vu desenvolve-se com a explosão de um “Ferryboat” cheio de “Marines”. O agente da ATF Doug Carlin ( o magnífico Denzel Washington) é chamado ao local para iniciar a investigação. Quando o FBI toma conta da investigação, liderados por um Val Kilmer muito gordo, Doug centra-se em descobrir o assassino de uma rapariga que apareceu na morta perto do rio da explosão, preparada como se estivesse lá mas sem efectivamente ter estado.

Ao ser convidado pelo FBI para fazer parte da investigação, ele (Denzel) depara-se com um sistema de vigilância que consegue mapear todos os movimentos de pessoas datados de 2 dias para trás. Com o uso do equipamento Denzel descobre que não é um sistema de vigilância, mas sim uma janela para o passado, e há medida que vai obtendo mais informações sobre o assassinato da rapariga, apaixona-se por ela e acaba por descobrir que a explosão e ela estão interligados.

Três quartos deste filme estão muito bem estruturados, sem falhas temporais ou pontas sem interligar, o que me levou a meio do filme a pensar que finalmente alguém teria conseguido ligar todos os pontos e fazer um filme temporal sem falhas. No entanto o ultimo quarto do filme, acaba por arruinar a bela pintura que se estava a formular. Em vez de ser um filme genial, acaba por se tornar um filme excitante e um tanto ou quanto imprevisível mas não aquilo que estava à espera.

Denzel Washing está como sempre, muito bem. Val Kilmer embora gordo não deixa de ser Val Kilmer e até James Caziviel embora com uma curta aparição, é fundamental para o filme.

Um bom filme.

7/10

publicado por Ricardo Fernandes às 17:13 link do post
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O filme é bastante aceitável, entretem q.b e a maior desilusão acaba mesmo ser o facto de vermos um ex-ídolo como Val Kilmer gordo que nem um texugo. Melhores tempos virão, esperamos.

Um abraço!
Knoxville a 18 de Janeiro de 2007 às 12:57
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