18 de Junho de 2008

 

Quando a Marvel anunciou Ironman, fiquei um pouco receoso. Não é que goste ou desgoste, mas olho para qualquer fruto da Marvel, como se fosse família e na sequência de uma “Guerra Civil” onde a sua imagem estava do “lado errado” da equação, temi que o filme não tivesse qualquer sucesso. Como me enganei... Estilo, confiança e piada são alguns dos atributos sobre os quais assenta este grande filme.

 

No seu primeiro filme (como produtores e donos de todos os seus direitos) a Marvel sonhou alto e contratou do melhor que o mercado tinha a oferecer. Seja em actores, realizador (Jon Favreu... e que belo actor transformado em realizador), equipas de efeitos especiais e principalmente um bom argumento... Como muitos primeiros filmes de um super-herói este versa sobre a sua origem. E em vez de se arrastar numa constante lengalenga de insegurança, de duvida e de como vai arcar com esta nova responsabilidade, este é um herói que tem como base moral de sustento ser imensamente rico... A arrogância e inocência de um rico é de facto uma mais valia para a personagem de Robert Downey Jr.

 

Ironman oferece-nos então uma história de como um dos maiores génios da humanidade, dedica a essa exuberância mental a desenvolver armas. O fruto é uma vida de playboy, de irresponsabilidade, de excessos até... ser raptado e forçado a criar armas para aqueles cujas invenções se destinavam a combater. Na sua fuga, Tony Stark (RD Jr) inventa um fato para o proteger. O fato é o protótipo do que mais tarde vem a ser a armadura que todos conhecemos, mas o que se segue depois da fuga até ao fato final a nível de história, é do mais brilhante que vi numa sala de cinema. Porventura é também o mais criticado, por ter um ritmo mais lento. Para mim foi um deleite ser “assolapado” pela mestria RD Jr nas telas, na medida em que através de tentativa e erro me fez rir como nunca.

 

A acompanhar este grande artista da sétima arte, esteve Gwyneth Paltrow como Pepper Potts, onde embora não espante acaba por acompanhar Robert Downey Jr., Jeff Bridges e ainda Terrence Howard que é capaz de ter uma das cenas mais lindas deste filme (claro que falo da cena eu não vou beber e depois está a ver o strip tease das hospedeiras).

 

No fundo e fora o clímax final ter sido um pouco aquém das expectativas, este foi um inicio de rompante da Marvel, que já com Hulk nas salas de cinema, parece saber o que está a fazer. No próximo certamente teremos um Iron Man mais.... activo!

 

9/10 - Até agora , nos quadradinhos é o filme do ano... esperemos por The Dark Knight!

publicado por Ricardo Fernandes às 20:57 link do post
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16 de Junho de 2008

publicado por Ricardo Fernandes às 22:22 link do post
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16 de Junho de 2008

Voltar a ver Indiana Jones no cinema após tantos anos é sempre um prazer, Independentemente do filme ter a qualidade dos anteriores ou não. Muita tinta correu já sobre este filme e confesso que me perdi em tantas críticas más acerca do filme. Às vezes de tal maneira devastadoras que chegaram a ser cruéis e desmerecidas, para com o mais famoso arqueólogo da história do cinema.

 

É verdade que o filme peca em muitos capítulos, mas diverte. Também peca na diversão e no surrealismo com que se demonstra, mas creio ter sido uma decisão propositada de quem “o desenhou” e não propriamente um engano ou um erro. Todos já sabem sobre o tema principal do filme e cuja “religião” versa, portanto não vale a pena falar mais do mesmo.

 

Indiana Jones já não é o que era e aceita essa condição na integra. Há milhares de piadas acerca dessa sua condição. Sejam piadas físicas onde Indy já não consegue fazer o que fazia ou mesmo o próprio a reconhece-lo. É talvez aqui um dos pontos em que peca por demasia. Mas sobre a estrutura do filme em si, há que dize-lo não foge muito aos anteriores, aliás está cheio de homenagens aos anteriores, citações e até “cameos” da arca da aliança. E as novas personagens também acrescentam um ar da sua graça à saga, embora as senhoras "monstras" do cinema, não estejam tão bem... culpa do argumento, mas que fazer!

 

Têm a introdução (como no primeiro, onde se conhece o Némesis desta história), tem uma série de peripécias que não terão a ver com a história, tem conversas com o estado (militares, tal como no primeiro filme) e é neste caso reintroduzido na história principal da acção à procura de personagem com quem já se relacionou (primeiro e terceiro filmes). Também como no segundo, versa sobre uma “religião” desconhecida pela maioria dos espectadores. A Ciêntologia e o fascínio que ela possa suscitar, bem como as teorias do povo da atlantida ou do berço das civilizações Maya e Egípcias, não são o suficiente para cativar um povo profundamente judaico-cristão (claro culturalmente). Foi uma grande mente que ainda este sábado me disse uma expressão de Dalai Lama, que não posso deixar de concordar e de vos deixar aqui aquilo que creio ser a explicação para o total insucesso. “Embora uma pessoa mude de religião ao longo da sua vida, a verdade é que aquela que aprendeu em pequeno nunca deixará de o perseguir e ser sua até ao fim dos seus dias”. Mais palavra, menos palavra, a razão para o sucesso tanto do primeiro como do terceiro filmes foi o facto do “mito tratado” estar intimamente ligado à nossa cultura (e os filmes serem bons como o caraças), ao passo que ciêntologia, como foi o hinduísmo no segundo filme, não ter motivo para tanto sucesso. É aí a peça fulcral de desinteresse. Infelizmente e embora tenha inúmeras referências de ao primeiro e terceiro é no campo onde se assemelha ao segundo que é pior. A inexistência da procura arqueológica é brutal. Parece que o que interessava era só acção, acção e acção. Podiam ter gasto um pouco mais de tempo no mistério da descoberta e menos em situações de Macacada e frigorificos radioactivos.

 

Peca sobretudo em 3 pontos chave, na exaustão da piada da velhice, no surrealismo com que tudo se sucede e no próprio argumento, que é atabalhoado e mal construído. Mas é o Indiana Jones e revê-lo fez-me voltar a sonhar e saber porque raio é que me licenciei em História...

 

8/10 - Porque fartei-me de rir e fartei-me de vibrar!  

publicado por Ricardo Fernandes às 21:13 link do post
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16 de Junho de 2008

 

Estive mais de um mês afastado deste mundo e confesso que houve alturas em que pensei não voltar. Ainda hoje estou meio relutante nesta volta, pois há uma parte de mim que quer fechar este capitulo e outra que não o quer deixar. A verdade é que a minha vida profissional mudou bastante e em conjunto com outras necessidades imediatas, não tenho o tempo que tinha para me dedicar a este blog. Estou preso a meio gás e embora o mantenha aberto, escreverei apenas quando sentir essa necessidade e dor no acto de escrita.

 

Portanto, meus amigos, não haverá lugar a mais jogos deste género (pelo menos até ter mais algum trabalho, onde... trabalhe menos), haverá sim as vulgas criticas e os top’s que tanto gosto, mas já não com a mesma frequência de então.

 

Brevemente as críticas de:

 

Indiana Jones and the Kingdom of the Crystal Skull

Ironman

Hulk

The Happening

What Happens In Vegas

publicado por Ricardo Fernandes às 21:03 link do post
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2016...Para Luz eu te ordeno!..Para luz eu te Orde...
De mora muito parece que n gosta de ganhar dinheir...
Postagem de 2006 comentários 2012 e ja no final de...
To esperando até hoje!! kkk..
cara o jason é o maior maniaco dos filmes o filme ...
Eu me apaixonei com ele
2014 E NADA DE CONSTANTINE 2 ???????????
Gosto muito deste filme não só gosto...
Ele é um boneco muito ruin. Apesa tamb&eacu...
Deculpa mas é velho mesmo
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