21 de Abril de 2008

We Own The Night teve um “hype” cibernauta pelas piores razões. Não pelo filme, ou pela sua soberba qualidade, mas sim por cenas ousadas de Eva Mendes. Felizmente o filme não assenta nesse ponto e até passava muito bem sem ele. 

 

Em finais dos anos 80, “We Own The Night” é a história de dois irmãos e um pai entre eles. Joe (Mark Walhberg), o polícia seguiu as pisadas do pai (Robert Duvall) e Bobby (Joaquin Phoenix) seguiu o seu próprio caminho através da noite. Ambos estão em ascensão nas suas carreiras, Joe tendo a cargo uma brigada contra narcóticos e Bobby com a possibilidade de gerir uma nova discoteca no centro de Manhatten. Tudo começa quando Joe pede a Bobby que seja informador para a polícia. É que o bar que Bobby gere é frequentado por rapazes pertencentes à Máfia Russa. Quando Bobby nega por lealdade a quem trabalha, Joe resolve fazer uma rusga ao bar e no processo acaba por incomodar as pessoas erradas. Como resultado a Máfia mete um preço na sua cabeça e Bobby acaba por ficar entre a vida e a morte no hospital. Embora existam diferenças entre Joe e Bobby, uma coisa é certa: são família e o sangue fala mais alto.

 

O que eu gostei neste filme, foi a forma como o medo acabou por ser uma constante ao longo do mesmo. Aqui não há heróis aos tiros por vingança, não há “o efeito stormtropper” (ver dicionário da Revista Take), em gíria futebolística, não há certezas no resultado. A determinada altura Mark Walhberg fica imóvel, aterrorizado, uma imagem nada usual num tipo que nos provoca sensação de dureza sempre que o vemos, mas neste filme não há duros, há seres humanos, com medo e fobias. A história é de tal maneira verdadeira e credível que mais que um filme de “twists”, este deixa-nos colado ao ecrã, pois realmente tudo pode acontecer. Aos dois principais  actores, apenas isto: é o melhor deles até agora.


8/10 - Eu disse que a cena de Eva não é necessária no argumento, mas não é por isso que vamos fechar os olhos nessa altura, não é?

publicado por Ricardo Fernandes às 11:59 link do post
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Não concordo com o que dizes da personagem da Eva Mendes. Este filme é dos poucos que aborda também o lado da mulher de um "mafioso" e a sua mudança para o lado da lei, Eva está fantástica nesse papel. Um abraço (é apenas o meu ponto de vista).
Loungeart a 21 de Abril de 2008 às 17:38
Mas eu n digo nada da personagem dela... Quando falo da cena dela, falo da actual "cena" onde ela se despe. Não a refiro mais. :) Um abraço!
Pelo menso Eva encontra-se bem num filme e claro a cena de introdução dela não é prescendivel á historia, mas é fechar os olhos é que nunca. Quanto ao filme, não achei tão bom como dizes, falta-lhe mais garra.
Hugo Gomes a 21 de Abril de 2008 às 19:39
O que me agradou neste filme, foi que a dada altura havia uma escolha a fazer. Ou descambava para um filme de vingança pura e dura onde um Vin Diesel podia servir, ou transformava-se em algo mais, algo que não se vÊ frequentemente em Hollywood! E transformou!
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