Agora é de vez. Prometi que voltaria esta semana e não pensava voltar para me despedir, mas a verdade é que durante todos estes dias nunca me deu vontade de escrever fosse que palavra fosse. E tive tempo para o fazer.
Adorei todo este tempo que passei convosco. Cada momento, cada comentário e cada pensamento que partilhei no que escrevi. Já tive vários momentos ausentes e cada vez tenho estado mais distante, mas agora não sinto qualquer paixão em partilhar aquilo que no cinema é cada vez mais meu. É sinal que tudo tem um principio meio e fim, que andei a adiar há algum tempo a esta parte.
A etapa acabou e outras virão certamente na minha vida. Quem ousar ficar triste com a minha partida, lembre-se que "ao virar de um clique" já nasceram mais dois ou três blogs melhores que o meu e aqueles que não forem... bom já existem blogs melhores que o meu.
Despeço-me com a certeza que conheci e fiz excelentes amizades na blogosfera cinematográfica. Com todo o coração: Obrigado por partilharem comigo esta paixão pelo cinema. Lembrem-se que vos amei todos. Fizeram-me crescer e mudar com as vossas opiniões.
Obrigado meus amigos, que a "força esteja convosco". Estaremos sempre ligados por uma tela de cinema. Adeus.
P.S. Como não vou partir para outro plano de existência, estarei sempre contactável via mail. o meu email é ricfernandes@netcabo.pt. Portanto quem quiser desabafar ou criar uma corrente de emails.... pode contar comigo.
Meus amigos,
Lamentavelmente não tenho escrito neste pergaminho, neste blog. A maioria das vezes deve-se a uma preguiça extrema pois tenho mais de 5 ou 6 posts preparados, outras pelo modo como vou desfolhando o dia a dia... No entanto, isto não será sempre assim e espero poder retornar brevemente em alta.
Estará marcado o meu regresso para a semana de 15 de Setembro.
Já falta pouco para Twilight chegar às salas de cinema. Não estou a prever um grande filme, até porque a escolha de actores deixou-me um pouco desiludido, mas mesmo assim o vampiro Edward Cullen irá certamente quebrar muitos corações.
Nesse espírito vampírico deixo aqui o top 10 dos melhores vampiros da 7ª arte. Como sempre são as minhas escolhas momentâneas...
10- David (Kiefer Sutherland) – Lost Boys
Um dos primeiros papeis de sucesso de Jack Bauer. Já falámos de Lost Boys aqui e da sua sequêla que deixa em aberto um terceiro filme... mas este primeiro tem Jack em grande estilo e a dar uma outra dimensão ao filme.

09- Drácula (Richard Roxburgh) - Van Helsing
Ele faz-me lembrar o Bono... é demais. E a Marishka...

08- Noiva de Drácula (Monica Belluci) - Bram Stoker’s Dracula
O primeiro papel de Monica Belluci em Hollywood e logo como noiva de Drácula, a mostrar todos os seus dotes artisticos.

07- Vampira (Megan Franich) - 30 Days Of Night
Não é especial esta actriz, não faz um grande papel ela até só tem este filme na carreira, mas está tão bem caracterizada, tão diferente, que eu fiquei fascinado.

06- Selene (Kate Beckinsale) - Underworld
É a Kate Beckinsale de cabedal... dizer o quê?

05- Louie (Brad Pitt) - Interview With The Vampire
O filme que me fez olhar para Brad Pitt como mais que um menino bonito. Louis: O vampiro humanista.

04- Claudia (Kirsten Dunst) – Interview With The Vampire
O mundo conhecia Brad Pitt, Tom Cruise e António Banderas, mas nunca ouvira falar desta pequena ruiva de caracóis que fez o papel da sua vida neste filme. Pois é Kirsten Dunst, nunca mais fez nada que se assemelhasse a esta estrondosa interpretação, perdeu-se em filmes de adolescentes e no Homem-Aranha.

03- Count Graf Orlok (Max Schreck) - Nosferatu
O verdadeiro Nosferatu!

02- Drácula (Gary Oldman) – Bram Stoker’s Dracula
Que actor mais que Gary Oldman podia dar vida ao "monstro" do conto de Bram Stoker, dando-lhe a dimensão humana e ar aterrorizante que o senhor dos vampiros deve ter?

01- Lestat de Lioncort (Tom Cruise) –Interview With The Vampire
Tom Cruise será sempre um dos meus actores favoritos, foi com Nicole Kidman um dos casais "menos" falados de Hollywood e considero eu, foi nessa fase que fez os seus melhores filmes. O vampiro por excelência!
Menção honrosa para Santanico Pandemonium (Salma Hayek) em From Dusk Till Dawn.
Ainda não consegui superar o choque de ver "The Dark Knight". Existisse Iphone dedicado ao filme, que eu não pensaria duas vezes em gastar o absurdo dinheiro que custa aquele pedaço de tecnologia inútil mas cheio de estilo (é apple)! Como tal que melhor maneira há de homenagear o filme que revisitar todas as mulheres que estiveram num filme do Homem Morcego, começando em 1989 com Batman de Tim Burton?

Em 1989, Tim Burton dá vida ao mais rentável super-herói da sétima arte. Até The Dark Knight, era para mim o melhor dos Batman (incluindo o Begins), elenco de luxo e rapariga... de luxo: Kim Basinger no papel que Burton reciclou de Vicky Vale.
Como curiosidade, Mel Gibson esteve para vestir a "pele" de Bruce Wayne, mas cancelou por compromissos com Lethal Weapon 2. E teve Billy Dee Williams como Harvey Dent. Diz-se que tinha uma clausula no contracto que se não o quisessem mais tarde como Duas Caras, tinham de lhe pagar uma quantia enorme. Foi Schumacher que se decidiu mais tarde por Tommy Lee Jones, tendo de pagar a Lando Calrissian a tal soma avultada.


Em 1992 vem uma sequela considerada por muitos melhor que o original. Como se viu recentemente com TDK, há realmente sequelas melhores, extraordinárias, mas embora esta tivesse um Danny de Vito irreconhecível e brilhante, não tinha um Jack Nicholson.
Não havia Jack, mas havia uma Michelle Pfeiffer. Selene ou Catwoman esteve para não ser representada por ela. Na altura surgiram vários nomes entre os quais Anette Benning, Sean Young (que tinha sido a primeira escolha para Vicky Vale, mas partiu a anca durante as filmagens), Lena Olin e Madonna. Mas foi ou não a escolha a acertada?

Batman Forever foi o inicio do fim. Não foi o pior de todos os Batman, mas foi o segundo pior. Por outro lado teve raparigas lindíssimas no filme. Nicole Kidman foi a vedeta principal no papel da psicologa Meridian Chase. E como não chegava, a inclusão de Tommy Lee Jones como Duas Caras, trouxe mais duas personagens à série: Sugar & Spice interpretadas por uma apagadissima Drew Barrymore e por Debi Mazar.

Batman & Robin é a obra mais notória de Joel Schumacher. Se Forever ainda tinha um dedo de Tim Burton como produtor, neste Joel fez o que quis ao filme. E meu Deus que fez ele... O Batman minimamente másculo de Tim Burton, transformou-se numa Drag Queen parecida com o George Clooney. Mas não sendo de Schumacher, nem de Clooney que estamos a falar, neste colosso da sétima arte, também fomos brindados com 3 raparigas: Uma Thurman como Poison Ivy; Alicia Silverstone como Batgirl e Elle Mcpherson como namorada de Bruce Wayne. Como não gosto da Uma Thurman, nem aqui acho que Joel foi feliz... aliás o feliz do filme é que foi a ultima vez que este realizador lhe tocou.

Batman Begins, trouxe como sabemos toda a frescura de sangue novo com Christopher Nolan, um reinventar da personagem e sobretudo dois grandes filmes. Nolan escolheu para menina bonita uma actriz que ficou conhecida por Dawson Creek e pouco mais. Ah! Talvez pela famosa cena de "The Gift", mas fora isso só mesmo a sua ligação a Tom Cruise. Katie Holmes, teve direito a um papel que nunca existiu no universo Batman. Rachel Dawes, advogada amiga de Bruce Wayne e sua apaixonada, foi inventada para este filme.

Para finalizar, dizem as más linguas que o marido da menina acima, não queria que ela andasse muito perto de Christian Bale e tal como fez sumir certas e determinadas cenas de "Thank You For Smoking" (curiosamente com o mesmo actor Aaron Eckhart), também fe-la desaparecer do filme. Depois de muita tinta ter corrido com nomes a torto e a direito, Maggie Gyllenhaal foi a escolhida para interpretar Rachel. Não é mais gira que a Katie Holmes, mas tem mais pinta.

Sinceramente eu prefiro as mulheres escolhidas por Tim Burton mas e vocês?
Numa sociedade cada vez mais oca de valores culturais, é com imensa pena que vejo fechar mais um blog de cinema. Fechou recentemente o Cataclismo Cerebral e embora não fosse um fã avido da sua escrita, custa-me ver um blog com tal audiência bater com a porta. Não entendam que por escrita refiro o estilo ou forma com que brinca com as palavras, refiro sim a sua opinião. Respeitosamente sempre li a opinião de blogs sobre determinados filmes e embora tremesse (como tremi na sua de The Dark Knight) com as suas críticas, sempre foi um blog bastante importante nesta pequena esfera do cinema.
Ele vai, mas ficam outros e são esses outros que hoje iremos louvar com o meu top 5 de: Melhores Blogs de Cinema e afins.
5- Cinema Notebook
Sempre gostei do blog do Knoxville. É talvez uma das pessoas mais conceituadas da blogosfera nacional. Estilo de escrita ímpar e escolha acertadissima para fazer parte da revista Take. O Miguel trouxe uma lufada de ar fresco para este panorama nacional e é uma das primeiras escolhas no que toca a ser um exemplo a seguir. Alías, devo ao blog dele imensas séries de TV que passei a seguir e imensas curiosidades que fui descobrindo ao longo deste ultimo ano. A sua classificação tão baixa deve-se apenas a dois factores: 1) acho que perdeu um pouco da magia do cinema, sendo tal como na Take muito profissional no “tom de escrita”. 2) tem sido muito repetitivo nos temas que tem escolhido, talvez culpa do trabalho. Seria optimo que fosse rebuscar algumas das suas rúbricas exito. Também faz falta o trabalho de divulgação que teve nos novos blogs de cinema que surgiam e ele nos dava a conhecer como Blog da semana. Um bem haja caro Miguel.
4- Alternative Prison
O Blog do Loot não é propriamente de cinema. É mais um misto entre BD e cinema, com uma pitada de música. Versa no entanto sobre mundos pelos quais tenho um imenso amor e é por isso paragem obrigatória. Há rubricas que não pratica há muito tempo, mas são absolutamente deliciosas. Ainda há pouco tempo teve um Top 10 maiores inimigos do Batman, que foi divertidissimo. Obrigatório!
3- Moving Pictures
O Amigo Mauro passou por uma data de fases interessantes e experimentais, inclusivé escrevendo os posts em português e em inglês. Tentou dar uma dimensão à blogoesfera nacional que nenhum de nós teve o intuito de dar. Não é por isto que gosto do blog dele. Têm gostos no cinema muito similares aos meus, o que faz com que leia a maior parte das novidades através dele. Se quero ver posters ele tem. Se quero saber o que estreia na semana que vem, ele tem. Se quero ver um trailer, está lá e se quero ler uma critica diferente a dele é. É certo que ainda tem muito a crescer para ser um dos melhores, mas está lá perto.
2- Royal With Cheese
Demorei a encontrar este blog, mas quando o encontrei nunca mais parei de ler. Dermot, só escreve críticas a filmes embora volta e meia faça um top sobre determinado tema. Tem um estilo de escrita muito irreverente, mas muito bem escrito. Tem classe, mas não se importa de dizer uma ou outra asneira volta e meia. No entanto, o que maisme cativa é forma como resolve classificar os filmes: MacDonalds. Isso mesmo. Ele classifica os filmes de 1 a 10, mas com nomes de Hamburguers dessa nefasta casa de engordar a malta. Outra facto que alicia é que o homem vê tudo. Sejam filmes de época, a aventuras marginais, ele vê e classifica tudo. Uma verdadeira enciclopédia de reviews.
1- Cineblog
O JB trouxe um panorama diferente para a blogosfera nacional. Foi o primeiro blog que vi sobre cinema e sempre, mas sempre foi visita obrigatória. Como já o disse aqui muitas vezes, o facto de escrever sobre cinema nos dias que correm, deve-se exclusivamente a ele. Foi ele também o primeiro blog português a ser mencionado no Joblo. É um feito só comparável à actuação de Heath Ledger (ok tou a exagerar, o teu blog nada vale perto da magnifiencia desse senhor finado, mas é um orgulho ser mencionado na mesma frase). Enfim o JB, acabou por ir definindo o que todos fazemos hoje. Se as suas ideias são originais ou não, interessa pouco. O que realmente vale é que foi ele que as usou primeiro na blogosfera: top’s, post dos posters por exemplo. Houve alguns momentos menos bons na vida do Cineblog, mas a verdade é que o Sr. JB provou ser de uma elegancia extrema, ao admitir esse periodo menos bom e voltar a sonhar com o Cinema. Voto para que ganhe o prémio do Super Bock Awards (eu tb participo)!
São só 5 e foi muito dificil escolher. Ficaram excelentes blogs de fora onde só vou citar um, que é o caso do Brain Mixer que só não aparece na lista, porque raramente actualiza a sua tasca. A todos os outros que vejo diáriamente e que não estão aqui referidos: um bem haja e não desistam de escrever sobre o mundo mágico do cinema.
*Nota: Depois ponho links nos blogs e uma imagem decente!
Não podemos pensar em The Dark Knight como um filme isolado, ou uma sequela de Batman Begins. Tem as suas particularidades, que o tornam único... gigante até, mas não o poderemos ver apenas como o seguinte. A história que conta o início, mostra-nos que o maior inimigo de Batman é ele próprio, a dualidade entra vingança e justiça, bem como a definição desses conceitos, no fundo prepara Bruce Wayne, para aquilo que temos neste filme. Para isso, Nolan e Goyer não cairam na tentação de escolher inimigos que fossem capazes de ofuscar Batman, mantendo como já disse os pés bem assentes na terra. A prioridade aqui, não era a sua guerra Ras Al’Gul/Scarecrow mas sim a sua batalha interna. Para além do mais, o final é claro: o maior inimigo de Batman está para chegar. É caso para dizer... as “cartas” estão lançadas.
Joker é o maior inimigo de Batman. Se no filme anterior havia o tema de vingança e o tema de Justiça onde Ras Al’Gul é a vingança e Rachel Dawes a Justiça, que Bruce Wayne alterna entre os dois ao longo do filme, com Joker isso não existe. Se Batman é Justiça e define-se por um conjunto de regras que o levam a praticar o que considerado certo, Joker é a Anarquia. Se o primeiro for harmonia o segundo é o Caos! Se um é o constante o outro o inconstante. Sem escrúpulos ou preocupações Joker é a desordem, a raiva, caos, loucura e anarquia contidas numa única personagem. Ao longo do filme, ficamos sem saber se havemos de rir ou se o horror nos assolou. Assim é o Joker de Heath Ledger. Um Ledger, que de tão brilhante, acaba por roubar todos os momentos em cena. Desengane-se quem pensar que é uma declaração por simpatia. Não o é. Com o que vi? Nunca o poderia ser.
Aaron Eckhart dá vida ao nobre Harvey Dent. A sua actuação é do melhor que este filme tem para oferecer. Se não é o melhor é porque o Joker de Ledger é apenas algo de extraordinário. Harvey representa o herói que Batman não é nem poderá nunca ser. É o herói que tem uma cara, que luta pelo seu povo, que tem o apoio e simpatia de todos. No entanto sobre uma transformação física e psicológica de tal forma que altera por completo o rumo da sua persongem (a soma de Batman e Joker num só), revelando a versatilidade de Eckhart como um excepcional actor.
Christian Bale é Batman e não outro a quem figure melhor a personagem. Neste filme não dá tanto nas vistas, mas a culpa não é dele, é do Joker. Maggie Gyllenhall dá uma outra dimensão ao papel de Rachel Dawes, que Katie Holmes tratou como pode. Morgan Freeman e Michael Caine acrescentam às personagens o charme e o carisma que lhes é reconhecido enquanto actores, aplicando-se o mesmo a Gary Oldman. Tivemos inclusivamente direito a pequenas actuações de Anthony Michael C. Hall (The Dead Zone), de William Fichtner (Prison Break) e até de Nestor Carbonell (Richard em Lost), que só acrescentam a classe a este já grande filme.
A história foi desenhada por Goyer (o mesmo que nos trouxe a maioria dos argumentos de filmes baseados em BD, inclusivamente a direcção de Blade Trinity) e transformada em argumento pelos irmãos Nolan. Esta trindade nunca cedeu a tentações fáceis e navegou o argumento com precisão e classe. Nunca se explica porque Joker existe ele apenas é. Como o nosso amigo JB disse e muito bem “As forças da natureza não se explicam”. Christopher Nolan já conhecemos e sabemos o que sabe fazer com a camera. Desde as sequências brutais de perseguições com o Batmoblie e “Motamobile” à fuga de Batman no Japão, não há melhor arte em movimento do que esta. Nolan é ainda brilhante o suficiente para homenagear o Batman de Tim Burton em pelo menos duas cenas. Mas foi sobretudo a conjugação do tema presente neste filme, que acaba por definir este grande realizador. Não acho que o grande tema deste filme seja novamente uma dualidade entre cair no caos de Joker ou seguir o caminho por si já definido. Nolan deu o passo seguinte e depois da Justiça, trouxe-nos o poder do sacrifício.
Foi com essa perspectiva, com a morte de Ledger e com a fantástica campanha viral que chegamos às portas de Gotham uma vez mais. Os mais cépticos afirmam hoje que o filme foi demasiado cotado, mas não foi. Vi o melhor e maior filme de super-heróis alguma vez feito. “The Dark Knight” deve ser de ora em diante, a formula de todos os filmes deste género. É uma ode ao cinema, onde de uma vez por todas se prova que não é preciso ser experimental ou versar sobre um tema polémico para ser um filme extraordinário e digno de Óscar.
10/10

Desenganem-se aqueles que acreditam na supremacia da China ou na dos EUA. Quem verdadeiramente domina o planeta são as “gentes” do velho continente para ser mais correcto as Britânicas ou com afiliações a esta.
Ora vejamos... O sucesso de The Dark Knight deve-se a eles: Os Nolan são Londrinos. Caine e Oldman também. Bale é do País de Gales e Ledger é Australiano (que ainda pertence à Grã-Bretanha). Ainda este ano vamos ter o novo 007 onde a maioria dos actores são da...? Pois é, Grã-Bretanha. Já X-men Origins: Wolverine (estreia para o ano), de onde é Hugh Jackman? Mais um da Austrália. Jason Statham que está muito na moda depois de filmes como Crank ou Transporter é Londrino. Clive Owen? Inglês.
Mudando de registo... Duffy a loirinha que canta o Mercy; os eternos Iron Maiden? Tudo da ilha. Até no futebol dominam... Manchester United campeão europeu e o Chelsea é apenas o clube mais rico do mundo.
Será que é desta que o velho continente volta à ribalta?
Ah e estas voltaram....

Quando tenho um tempinho, gosto de ver as séries que fui deixando para trás. Desde que acabou a época andei a meter séries em dia e houve muitas que vi e deitei fora (Cashmere Mafia por exemplo), outras que acabei por me viciar.
Supernatural foi uma delas.Com Jared Padalecki (Sam) e Jensen Ackles (Dean) a história segue os irmãos Winchester, que em pequenos viram a mãe ser morta. Foi presa ao tecto do berçário de Sam por um poder misterioso, maligno, foi esventrada e finalmente consumida em chamas. Ao longo das três temporadas, acompanhamos o dia a dia dos dois irmãos que com o pai se tornaram caçadores do sobrenatural. Com muito estilo, "rockalhada" dos anos 80/90 (excelente banda sonora que já cá canta no Ipod) e com muitos mitos sobrenaturais à mistura, fez-me colar ao ecrã e agora será mais uma das séries que vou seguir regularmente.
How I meet Your Mother tem uma premissa engraçada. No ano de 2030 um pai conta aos seus dois filhos a história de como conheceu a sua mãe e remonta essa história ao ano de 2005. Como já existem três temporadas e eu acabei ontem a primeira, ainda deve demorar a conhecer-se a mãe, mas entretanto vamo-nos deliciando com as aventuras de Ted Mosby (Josh Radnor), Marshal (Jason Segel de Forgetting Sarah Marshal), a namorada deste Lilly (Alyson Hannigan a Willow de Buffy e geek da flauta nas horas vagas), Robin (Cobie Smulders a sexbomb da série) e por fim o enorme Barney (Neil Patrick Harris que foi o médico mais novo do mundo em Dr. Doogie Howser). A série é a típica sitcom americana, com 3 ou 4 cenários por episódio, mas com um humor que já não via desde "Two Guys, a Girl and a Pizza Place". Peca apenas na escolha do personagem principal que embora tenha piada e seja bom actor é demasiado feio para o papel que representa. Vou continuar a seguir!
Por fim Californication deslumbrou-me desde o primeiro episódio, a partir de uma cena que sempre desejei fazer que é dar um ensaio de porrada a tipos que falam ao telemóvel no cinema. Antes de mais, não tinha presente que David Duchovny podia ser tão bom actor, que pudesse ter estilo sequer. E esta série está carregadinha de estilo. E de sexo. São mais cenas ou referências a sexo por cada 5 minutos que nem em "Tell me you Love Me" vemos isto. A série segue um escritor com a maldita da paradinha. Escreveu um livro brilhante transformado num filme de caca e nunca mais conseguiu voltar a escrever. O escritor está recém-separado e embora ame a mulher que o acompanhou e queira voltar para ela, acaba por se envolver com tudo o que se movimenta! Mais uma com um olhar crítico ao público americano e ao seu "modus vivendi", é das tais que não vou parar de ver. A acompanhar o bófia dos X-files temos: Natascha McElhone, Madeleine Martin, Madeline Zima, Evan Handler e muitas gajas boas!
Alguma sugestão para ver ou vou finalmente rever o Twin Peaks?

Ah é verdade! Votem no meu blog para os Superbock Awards. Eu não vos dou nada... mas isso não impede que votem, não é assim? Um abraço e beijinho para todos!
Falta pouco. Quase me atrevo a dizer que faltam horas para o novo filme Nº1 na lista do IMDB, com a pontuação de 9,7. Não me lembro de ter visto nada assim. Já há pessoas a dizer que vai ultrapassar a nível de receitas... o Titanic. Que ultrage!
O filme revolucionou todo o modo de pensar a industria cinematográfica a nível de marketing. Um facto foi que contribuiu e ao mesmo tempo deixou débil a morte de Heath Ledger, mas nem por isso deixou de ser o mais grandioso marketing viral de todos os tempos. “Cloverfield” não chegou perto e o original “Blair Witch Project” nunca sonhou que podia ser feito assim. Como já sabem, eu não acompanhei este processo na sua totalidade. Sou da teimosia suprema que pensa não ver para não saber demais sobre o mesmo. No caso deste Hype em volta de The Dark Knight, não consegui ficar completamente imune e fui vendo e lendo algumas coisas. Ora como eu sou amigo e quero que todos saibam o que se passou, deixo-vos um link do famoso site brasileiro Judão com um resumo desta campanha. Aconselho paciência e preserverança para ler tal texto. Ler Saramago parece coisa de crianças ao pé do mesmo, mas o que conta é a intenção e a trabalheira que o rapaz teve (claro está se não profanou o texto de outro lado)! Texto aqui!
Parece que Scream 4 vai entrar em produção. Ao que tudo indica Wes Craven não terá nada a ver com a história que quis finalizar no terceiro filme e Neve Campbell em recentes comentários também referiu que não quer mais que uma pequena participação. Ao que tudo indica é apenas uma questão de cachet.
O jornal The Sun também nos trás uma notícia engraçada. Parece que não tendo mais nada que fazer e 20 anos depois vai existir um Top Gun 2, com Tom Cruise. Pelos vistos a história é que Maverick regressa à academia, para dar aulas e uma aluna "vai-se fazer" ao homem. Take My Breath Away, é elevado agora a um nível completamente diferente.
Para finalizar em beleza... a FHM revelou a lista das 100 mulheres mais sexy do Planeta. A eleita deste ano é... não Scarlett, não Alba, não Biel ou Kate Beckinsale mas sim Megan Fox. Podem ver a lista completa aqui!

Sou só eu, ou começamos a ouvir a palavra IKEA com demasiada frequência no cinema? Baboseiras à parte estamos perante o filme mais frenético da era Pré-Dark Knight. Também baseado numa BD que eu desconhecido, é acção do inicio ao fim onde a certos momentos encosta o nosso querido Matrix a um canto.
Aliás falar em Wanted é falar numa mistura saudável de Fight Club e de Matrix/ 300 e todos os filmes que usam e abusam do efeito slow / fast motion. A primeira parte do filme é relatada pelo próprio interveniente James McAvoy (Wesley Gibson) onde a comparação com a personagem sem nome de Edward Norton no seu papel de Fight Club, não pode deixar de ser feita. A menção ao IKEA não é por acaso. Ou então pura e simplesmente a BD é assim (pelo menos é o que dizem...) e com este relato "on going" durante parte do filme, estamos entretidos enquanto vemos os efeitos especiais que sugerem os filmes acima mencionados. Para além do mais é óptimo ver um filme com o Morgan Freeman em que a voz "off" não é a dele.
Claro está que onde este é melhor que qualquer um deles é na “leading lady” que é... pronto... é aquele colosso. E nem me venham dizer que a personagem na BD não é assim, que é de outra cor, que eu não quero saber. O Peter Parker também tem ar de homem na BD e aquele escolhido tem o ar mais amaricado possível. No fundo Timur Bekmambetov faz um filmaço, na sua estreia pelo cinema norte-americano e logo com um elenco de primeira: o já mencionado James McAvoy, Morgan Freeman e Angelina Jolie.
Há séculos atrás foi fundada uma sociedade secreta de assassinos. Esses assassinos são indivíduos com habilidades extraordinárias que procuram devolver algum equilibrio ao mundo com mortes especificas. É a máxima dos fins justicarem os meios uma vez que cada morte previne milhares. Cada morte é apurada através de uma técnica milenar onde se lê o nome do alvo numa máquina de tecelagem. Ora o nosso herói, é um rapaz que tem uma vida normal e aborrecida. Uma chefe que odeia, uma namorada que o trai com o melhor amigo (isto n é muito normal), resumindo uma vida que odeia. Tudo se altera quando Kat (Angelina Jolie), vem trazer-lhe a notícia que o pai que nunca conheceu (sendo ele a elite dos assassinos), foi morto e que agora o autor da sua morte virá atrás dele. Se o filme até então tinha tido muita piada e tinha sido muito engraçado, começa a ser acção, acção, acção até final. Mesmo os momentos em que o rapaz se treina, são apelativos e até ao segundo final do filme. Vibrei como há muito não o fazia numa sala de cinema. E da Lusomundo o que é de estranhar!
Que venha agora The Dark Knight.
9/10

. O Fim
. Distante
. TOP 5 de Melhores Blogs d...
. Supernatural, How I Meet ...
. The Dark Knight e outras ...
. links
. Amacord
. Cineblog
. Cinematograficamente Falando
. Deuxieme
. Isto
. Filmes 2008
. Sweeney Todd: The Demon Barber of Fleet Street
. Juno
. Jumper
. Filmes 2007
. Vacancy
. 1408
. Stardust
. I Now Pronounce You Chuck and Larry
. Sunshine
. Harry Potter and The Order Of Phoenix
. Fantastic Four: Rise of the Silver Surfer
. Pirates of the Caribbean: At World's End
. 300
. Deja Vu
. Filmes 2006
. Borat: Cultural Learnings of America for Make Benefit Glorious Nation of Kazakhstan
. Unknown
. The Perfume: Story of a Murderer
. The Omen
. Filmes"mais" Antigos
. It
. A Nightmare on Elm Street 4: The Dream Master
. A Nightmare on Elm Street 3: Dream Warriors
. A Nightmare on Elm Street Part 2: Freddy's Revenge
. Top's
. Top das personagens pelos quais a minha mulher me deixaria
. Top das personagens pelos quais a minha mulher me deixaria, Parte II
. Top 10 Filmes de John Carpenter, parte I
. Top 10 Filmes de John Carpenter, parte II
. Top: 10 Razões para ver Exterminador Implacável2: O Dia do Juizo Final
. Top 10 Filmes Baseados em BD, parte I
. Top 10 Filmes Baseados em BD, parte II
. Top 10 Action Heroes, Parte I
. Top 10 Action Heroes, Parte II
. Prémios Perdidos
. 2007
. 2006
. Mitos de Terror
. Chucky